Diário de bordo de Educação e Tecnologia da professora Joveci Fernandez com o objetivo de registrar o trabalho desenvolvido na EMEF Ana Mafalda Barbosa de Carvalho.
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Relato
– Professora Juliana
Os alunos sentaram-se em duplas para pesquisar no Google a
seguinte pergunta: “ Por que o céu é azul?” que foi uma das perguntas
selecionadas pela turma.
Após os alunos lerem as informações em dois sites diferentes
eles digitaram o que entenderam no Word e salvaram dentro da pasta do 5º ano D.
Relato
– Professora Eliana
O professor Jonathan iniciou a aula, fazendo retomada das
aulas anteriores para saber o que lembravam, eles iam participando oralmente.
Em seguida fez o teste do disco de cores do arco-íris, que ao
girar fica branco, as cores se misturam.
Depois foi passado um vídeo do disco de Newton, que mostrava
passo a passo da construção do disco.
Foi lido um texto sobre o arco-íris com a explicação do
professor Jonathan.
Em seguida as crianças fizeram um texto coletivo juntamente
com o professor e postaram no blog da sala.
Site: Smartkids - Arco-íris
Planejamento - 7 a 11 de Maio
|
Planejamento -7 a 11 de Maio
|
|
|
Jardim
ao 3º ano
|
4º
e 5º anos
|
|
1º momento:
- Construção de texto coletivo sobre
o que discutimos e vimos nas aulas de Educação e Tecnologia para postar no
Blog da classe.
2º momento:
- Desenho no Paint sobre o tema das
turmas com o intuito de exercitar o uso do mouse e outras ferramentas do
computador (Com os alunos maiores – SALVAR o arquivo).
|
1º momento:
-
Construção de texto coletivo sobre o que discutimos e vimos nas aulas de
Educação e Tecnologia para postar no Blog da classe. Escolha de imagens ou
fotografias para ilustrar o que já fizemos.
2º momento:
-
Internet/Word – As crianças entrarão no Google para pesquisar sobre o seu
tema. Em seguida vão copiar e colar no Word, o trecho de um texto ou imagem
que julgaram interessante. Irão formatar e salvar o arquivo na pasta
determinada.
|
sábado, 5 de maio de 2012
Impressões da Semana
2 a 4 de Maio
Essa semana foi curta e"tranquila", apesar da internet não estar funcionando adequadamente. Os orientadores da unidade escolar abriram um chamado para o conserto deste problema.
Foi possível apenas atender as turmas de quarta-feira. Na quinta-feira precisei me ausentar da escola para resolver problemas particulares.
E na sexta-feira, me reuni com a Joveci para planejarmos a próxima semana!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
A verdadeira historia da Chuva – Teresa Teixeira
Era ainda o
tempo em que as nuvens falavam e só se vestiam de algodão puro, por fiar. É
claro que não havia ainda boletins meteorológicos nem medidores de poluição!
Todas as nuvens eram virgens, se vestiam de branco e adoravam o Sol, senhor
absoluto do reino do Céu Azul. Sim, nesse tempo não havia ainda chuva. Nem
necessidade dela. Os rios eram jovens e felizes, fortes e dóceis, havia minas
naturais de água fresca onde eles não chegavam e, todas as madrugadas, o
orvalho dava de beber a quem tivesse ainda alguma sede...
Por isso as nuvenzinhas viviam despreocupadas no Céu Azul, brincando à apanhada com o vento e puxando raiozinhos loiros ao sol, o que, diga-se a verdade, o irritava profundamente. Mas aí é que estava a graça!
Ah, mas o que elas gostavam mais, era disfarçarem-se e desafiarem os meninos da Terra a descobrir-lhes o feitio: "Que sou eu, que sou eu agora?..." - perguntavam de lá de cima, metamorfoseadas em cordeirinhos, em flores, em anjos, em castelos... E os meninos gritavam-lhes hipóteses, rindo e pulando, até acertarem e elas se desmancharem a rir com eles...
Havia nuvens de todas as idades e origens. Algumas, as mais velhas, já não toleravam muito bem o calor do Sol e só apareciam de manhã ou à tardinha: essas falavam muito com as pessoas adultas e davam-lhes conselhos sábios! -"Hoje o vento está de feição... é dia bom para joeirar o trigo."; "Amanhã é bom dia para semear..."; "Vá, põe-te aqui à minha sombra, que o Sol hoje está de mau-humor..."
Havia também nuvens malvadas, que andavam sempre às turras, outras preguiçosas, que nunca saíam da cama do horizonte, outras doces, mansinhas, que se atreviam quase ao nível das árvores e brincavam de perto com os passarinhos e os meninos...
Mas tudo vivia em harmonia: Nuvens, Gente, Sol e Água...
*
Um belo dia (nesse tempo, todos os dias eram belos...), ainda o sol e as nuvens dormiam, nasceu um amor impossível. Nem os passarinhos mais madrugadores, as únicas testemunhas do nascimento desse amor, queriam acreditar!...
Reza então a história, contada por eles de bico em bico, que Alva, uma jovem e sonhadora nuvem disfarçada de mulher, dançava sozinha no Céu ainda pálido de sono... O vestido em que ela metamorfoseara as suas partículas vaporosas, era branco e leve. Pequenos e delicados flocos de si mesma, retocados com o róseo tom que o sol nascente lhes emprestava, imitavam na perfeição o rosto e as mãos duma bela mulher. A lua, em fina tiara de ouro quase nova, apanhava-lhe os cabelos, feitos de restos de noite...
E assim, formosa e gentil, bailava elegantemente, imaginando-se nos braços de um príncipe encantado...
Cá em baixo, o dia também acordava.
Romindo, um jovem e forte camponês, já trilhava os caminhos agrestes da serra, no encalço de mais um dia de trabalho. Ele olhava o vale verdejante, onde as casinhas da sua aldeia fumegavam os primeiros suspiros das lareiras, e pensava como era afortunado por viver entre tanta beleza...
Foi então, num subir de olhos ao Céu, para agradecer a Deus, que ele a viu. Alva, a nuvem. Como era bela! Linda, mais linda que todas as nuvens, mais linda que todas as mulheres que ele conhecia!...
Ela, parecendo saber-se fitada com tanta intensidade e admiração, corou e suspendeu o bailado. Ficou a pairar, entre o primeiro raio de sol e o primeiro beijo de vento...
*
Foi paixão à primeira vista, já se sabe. Logo ali o coração de ambos jurou amor eterno, viesse quem viesse.
Mas veio o Sol. E o Vento.
A princípio, ainda estremunhados, quase foram cúmplices desse amor, pelo que já contei (do que me contaram os pássaros, claro). Depois, como a função do rei Sol sempre foi aquecer, e a do Vento, dispersar, o que se passou foi inevitável: Alva, a nuvenzinha vestida de mulher, foi-se esvaecendo, meia levada no vento, meia evaporada pelo sol... e dali a pouco só restavam floquinhos brancos reflectidos teimosamente nos olhos de Romindo.
Ah, mas amor é amor e este tinha nascido para ser um amor eterno!... Dali em diante, todas as manhãs e todas as tardinhas, naquela hora em que a Paz parece descer sobre a Terra em passos de silêncio e luzes de médio fulgor, ela lá estava, esperando o olhar dele!... Sempre linda e donairosa, ora vestida de branco, ora vestida de rosa, ora vestida de azul... às vezes enfeitada de estrelas, às vezes cheia de lua, às vezes de lua nova...
Romindo vinha sempre, ao cimo do monte de onde a vira a primeira vez... Ficavam extasiados, a olhar um para o outro e a falar coisinhas patetas (nesse tempo as nuvens falavam, lembram-se...?), tipo "Hoje vai estar um dia lindo, não vai?..."; "Gostas de mim, muito, muito, muito?..."; "Vou ter tantas saudades tuas!...". Pronto, essas coisas desnecessárias que os namorados dizem, enquanto os olhos dizem um ao outro aquilo que realmente é importante: "amo-te, amo-te, quero-te..."
Mas aí é que começou o problema. Nesse "querer". Como é que um homem ia "querer" uma nuvem?... As leis desse tempo, apesar de serem todas naturais e sem aditivos preconceituosos, eram já leis. E diziam que homem nenhum podia casar com uma nuvem. Onde já se viu?... Era anti-natural, e já vimos que as leis eram naturais, nesse tempo!
Foi um drama! Quando, de cabeça ainda nas nuvens, depois de Romindo a ter pedido em casamento, Alva foi pedir permissão ao rei Sol, e ele só lhe deu uma gargalhada, ela quase caíu do Céu Azul...
Pobre Alva! A gargalhada do Sol foi tão sonora e sarcástica, que todo o Céu e a Terra ouviram, nuvens e gentes. Vieram logo todos, prontinhos a bisbilhotar. E todos, uns querendo adular o rei, outros querendo menosprezar o sonho, gargalharam com ele, condenando por unanimidade o amor de Alva e Romindo.
O pobre Romindo, caído das nuvens, jurou viver triste para sempre...
Alva... bem, com Alva aconteceu uma coisa estranha e inédita: ela ficou tão triste, tão triste, que toda a sua alma feita de pequeninas gotículas de água pura, quis morrer. Ela começou a definhar, a ficar cinzenta e disforme... uma força tão grande como o amor que tinha por Romindo, começou a puxá-la para a Terra e toda ela era desejo de o tocar, de o abraçar...
Dizem que veio morrer com ele, no mesmo sítio onde se viram pela primeira vez... Caíu do céu em lágrimas, banhou-o de amor, e morreram abraçados, felizes...
Nesse mesmo local jorrou uma nascente, da água mais pura e límpida que a Terra já fez nascer...
Parece que esta história de amor se repetiu muitas vezes, em todas as terras, em todos os tempos, com outras nuvens e outros mancebos. Aliás, parece que ainda acontece, sempre que chove...
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=128271#ixzz1sL2ZCJI7
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Por isso as nuvenzinhas viviam despreocupadas no Céu Azul, brincando à apanhada com o vento e puxando raiozinhos loiros ao sol, o que, diga-se a verdade, o irritava profundamente. Mas aí é que estava a graça!
Ah, mas o que elas gostavam mais, era disfarçarem-se e desafiarem os meninos da Terra a descobrir-lhes o feitio: "Que sou eu, que sou eu agora?..." - perguntavam de lá de cima, metamorfoseadas em cordeirinhos, em flores, em anjos, em castelos... E os meninos gritavam-lhes hipóteses, rindo e pulando, até acertarem e elas se desmancharem a rir com eles...
Havia nuvens de todas as idades e origens. Algumas, as mais velhas, já não toleravam muito bem o calor do Sol e só apareciam de manhã ou à tardinha: essas falavam muito com as pessoas adultas e davam-lhes conselhos sábios! -"Hoje o vento está de feição... é dia bom para joeirar o trigo."; "Amanhã é bom dia para semear..."; "Vá, põe-te aqui à minha sombra, que o Sol hoje está de mau-humor..."
Havia também nuvens malvadas, que andavam sempre às turras, outras preguiçosas, que nunca saíam da cama do horizonte, outras doces, mansinhas, que se atreviam quase ao nível das árvores e brincavam de perto com os passarinhos e os meninos...
Mas tudo vivia em harmonia: Nuvens, Gente, Sol e Água...
*
Um belo dia (nesse tempo, todos os dias eram belos...), ainda o sol e as nuvens dormiam, nasceu um amor impossível. Nem os passarinhos mais madrugadores, as únicas testemunhas do nascimento desse amor, queriam acreditar!...
Reza então a história, contada por eles de bico em bico, que Alva, uma jovem e sonhadora nuvem disfarçada de mulher, dançava sozinha no Céu ainda pálido de sono... O vestido em que ela metamorfoseara as suas partículas vaporosas, era branco e leve. Pequenos e delicados flocos de si mesma, retocados com o róseo tom que o sol nascente lhes emprestava, imitavam na perfeição o rosto e as mãos duma bela mulher. A lua, em fina tiara de ouro quase nova, apanhava-lhe os cabelos, feitos de restos de noite...
E assim, formosa e gentil, bailava elegantemente, imaginando-se nos braços de um príncipe encantado...
Cá em baixo, o dia também acordava.
Romindo, um jovem e forte camponês, já trilhava os caminhos agrestes da serra, no encalço de mais um dia de trabalho. Ele olhava o vale verdejante, onde as casinhas da sua aldeia fumegavam os primeiros suspiros das lareiras, e pensava como era afortunado por viver entre tanta beleza...
Foi então, num subir de olhos ao Céu, para agradecer a Deus, que ele a viu. Alva, a nuvem. Como era bela! Linda, mais linda que todas as nuvens, mais linda que todas as mulheres que ele conhecia!...
Ela, parecendo saber-se fitada com tanta intensidade e admiração, corou e suspendeu o bailado. Ficou a pairar, entre o primeiro raio de sol e o primeiro beijo de vento...
*
Foi paixão à primeira vista, já se sabe. Logo ali o coração de ambos jurou amor eterno, viesse quem viesse.
Mas veio o Sol. E o Vento.
A princípio, ainda estremunhados, quase foram cúmplices desse amor, pelo que já contei (do que me contaram os pássaros, claro). Depois, como a função do rei Sol sempre foi aquecer, e a do Vento, dispersar, o que se passou foi inevitável: Alva, a nuvenzinha vestida de mulher, foi-se esvaecendo, meia levada no vento, meia evaporada pelo sol... e dali a pouco só restavam floquinhos brancos reflectidos teimosamente nos olhos de Romindo.
Ah, mas amor é amor e este tinha nascido para ser um amor eterno!... Dali em diante, todas as manhãs e todas as tardinhas, naquela hora em que a Paz parece descer sobre a Terra em passos de silêncio e luzes de médio fulgor, ela lá estava, esperando o olhar dele!... Sempre linda e donairosa, ora vestida de branco, ora vestida de rosa, ora vestida de azul... às vezes enfeitada de estrelas, às vezes cheia de lua, às vezes de lua nova...
Romindo vinha sempre, ao cimo do monte de onde a vira a primeira vez... Ficavam extasiados, a olhar um para o outro e a falar coisinhas patetas (nesse tempo as nuvens falavam, lembram-se...?), tipo "Hoje vai estar um dia lindo, não vai?..."; "Gostas de mim, muito, muito, muito?..."; "Vou ter tantas saudades tuas!...". Pronto, essas coisas desnecessárias que os namorados dizem, enquanto os olhos dizem um ao outro aquilo que realmente é importante: "amo-te, amo-te, quero-te..."
Mas aí é que começou o problema. Nesse "querer". Como é que um homem ia "querer" uma nuvem?... As leis desse tempo, apesar de serem todas naturais e sem aditivos preconceituosos, eram já leis. E diziam que homem nenhum podia casar com uma nuvem. Onde já se viu?... Era anti-natural, e já vimos que as leis eram naturais, nesse tempo!
Foi um drama! Quando, de cabeça ainda nas nuvens, depois de Romindo a ter pedido em casamento, Alva foi pedir permissão ao rei Sol, e ele só lhe deu uma gargalhada, ela quase caíu do Céu Azul...
Pobre Alva! A gargalhada do Sol foi tão sonora e sarcástica, que todo o Céu e a Terra ouviram, nuvens e gentes. Vieram logo todos, prontinhos a bisbilhotar. E todos, uns querendo adular o rei, outros querendo menosprezar o sonho, gargalharam com ele, condenando por unanimidade o amor de Alva e Romindo.
O pobre Romindo, caído das nuvens, jurou viver triste para sempre...
Alva... bem, com Alva aconteceu uma coisa estranha e inédita: ela ficou tão triste, tão triste, que toda a sua alma feita de pequeninas gotículas de água pura, quis morrer. Ela começou a definhar, a ficar cinzenta e disforme... uma força tão grande como o amor que tinha por Romindo, começou a puxá-la para a Terra e toda ela era desejo de o tocar, de o abraçar...
Dizem que veio morrer com ele, no mesmo sítio onde se viram pela primeira vez... Caíu do céu em lágrimas, banhou-o de amor, e morreram abraçados, felizes...
Nesse mesmo local jorrou uma nascente, da água mais pura e límpida que a Terra já fez nascer...
Parece que esta história de amor se repetiu muitas vezes, em todas as terras, em todos os tempos, com outras nuvens e outros mancebos. Aliás, parece que ainda acontece, sempre que chove...
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=128271#ixzz1sL2ZCJI7
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Relato – Professora Inês –
2/5
O professor iniciou a aula, explicando que hoje começariam a
pesquisa sobre a Água, a pesquisa será em relação ao porque da chuva.
Os alunos levantaram possíveis hipóteses do porque da chuva.
Em seguida o professor, contou uma história sobre a chuva,
depois perguntou sobre as imagens que eles já viram nas nuvens.
Cada aluno contou sobre o que já imaginou em formatos e
puderam desenhar suas imagens no paint.
Relato – Professora Cristiane
Infelizmente hoje, o
orientador Jonathan não conseguiu desenvolver com a turma as atividades
elaboradas por ele, pois a escola está sem internet.
Então ele deixou os alunos
livres para escolherem um jogo e jogar.
É uma pena que isso tenha
acontecido, afinal, se é um projeto vindo da secretaria de Educação, o mínimo
que eles tem a fazer é disponibilizar recursos para que o orientador consiga
trabalhar e desenvolver o projeto da melhor maneira possível.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Impressões da semana
23 a 27 de Abril
Essa
semana foi o conselho de classe de todas as turmas. Considerei o momento muito
bom e apropriado para trocar e conversar com os professores.
Participei de todos
os conselhos, contribuindo com sugestões significativas ao trabalho dos
professores regentes e com a organização da unidade escolar.
Foi
muito bacana conhecer melhor o perfil das turmas e saber um pouco mais as
expectativas dos professores.
Aproveitei
a oportunidade e fiz algumas colocações sobre as aulas de Educação e
Tecnologia. Coloquei que sinto os professores distantes, que não me veem mais
como um colega de trabalho, pelo fato de estar no projeto. Disse ainda que
nenhum professor em suas horas-atividades me procurou para saber mais sobre o
andamento das aulas em sua turma, tendo em vista que para mim é impossível
saber o horário que cada colega encontra-se disponível para conversarmos. Coloquei
ainda, que tento poupá-los da postagem no blog, por exemplo, para não
sobrecarregá-los, porque sei das diversas atribuições que possuem esse ano, porém
sinto a sobrecarga sobre mim. Afinal, ninguém palpita sobre as aulas, deixam
todo o planejamento sobre a minha responsabilidade. Sem contar, alguns colegas
que simplesmente esquecem de ir para o laboratório na sua aula ou então punem
os seus alunos não os deixando ir devido a indisciplina.
Pedi
para que nesse segundo bimestre, com os temas de pesquisa já definidos, que os
professores me procurassem no laboratório em suas horas atividades para que
juntos possamos pensar nos encaminhamentos didáticos para aulas. Enfatizei a
responsabilidade deles como parceiros nessa proposta de trabalho. Alguns
colegas alegaram que o tema está fora do conteúdo que está sendo trabalhado,
coloquei ainda que, eles tiveram a oportunidade de pensar num tema junto com a
classe, já que não o fizeram dei o encaminhamento com a turma e saiu temas que
não estão trabalhando em classe. Apenas uma turma chegou até a mim com o tema
definido e com várias perguntas sobre o assunto.
Esclareci
ainda que ninguém é obrigado a desenvolver o projeto, e que não é porque no
final do ano terá a avaliação de desempenho que eles são obrigados a por em
prática. Trabalhar com projeto depende do professor, da sua concepção de ensino
e formação. E todos tem o livre arbítrio de optar ou não pela proposta. Porém
precisam justificar, sustentar porque não acham viável esse trabalho e arcar com as consequências e
não se sentirem coagidos com a avaliação.
Enfim, sinto-me com a alma lavada, coloquei todas as minhas inquietações em todos os
conselhos. Espero sinceramente que os professores se tornem parceiros nesse
projeto e que juntos possamos pensar nos encaminhamentos didáticos pertinentes
as aulas.
Assinar:
Postagens (Atom)
